Nosferatu, eine Symphonie des Grauens

F.W. Murnau, 1922 (Germany) – imdb

- O filme é uma versão de Drácla de Bram Strocker, com algumas alterações dado ser uma adaptação não autorizada. Neste Nosferatu, Hutter é encarregado de ir à Transilvânia fazer uma proposta de venda ao Conde Orlock. No caminho, para numa estalagem e ao ouvirem esse nove, os habitantes ficam assustados alertando Hutter que ninguém se atrave a lá ir. Ele acaba por rir, ao adormecer encontra no quarto um livro sobre vampiros e Nosferatu, mas determinado, na manhã seguinte, parte em direcção ao castelo do Conde.

- No castelo, Hutter é recebido pelo Conde que aceita a proposta e vê uma fotografia de Heen, mulher de Hutter, que decide procurar quando chegar à cidade. Durante o dia, Hutter deambula pelo castelo e descobre o sarcófago de Orlock, ficando aterrorizado foge do castelo. Entretanto o Conde parte para a cidade…

- A figura de Conde Orlock é soberba, um vampiro hibrido entre o humano e o insecto, desproporcionado e repulsivo.

- O que de surpreendente, por ser o pioneiro num filme de vampiros, é ausência de clichês recentes – Orlock aparece reflectido num espelho, não há dentes caninos relevantes, a dentada é na zona central do pescoço (Murnau desconheceria que as carótidas eram ao lado…) e não há setas nem balas de prata (a morte do Conde é inocente, pura e candida).

**** Bom


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